A saída de Bap do Conselho de Futebol expõe diferenças

O Flamengo vive um momento conturbado nos bastidores e a política segue a todo vapor na Gávea. O Conselho de Futebol sofreu sua terceira baixa em duas semanas. Após Fabio Palmer, Luiz Eduardo Baptista e Dekko Roisman entregaram o cargo no ‘Conselhinho’. A saída se deu por divergências em relação à conduta do futebol.

Agora, o grupo formado em 2019 tem apenas Marcos Braz e Diogo Lemos entre os integrantes. Por enquanto, ainda não há definição para o cenário futuro, a decisão irá diretamente ao presidente do clube. A saída dos diretores foi informada primeiramente pelo GE e confirmada pelo UOL Esporte.

Apesar da saída do Conselho, Bap continua presidindo o Conselho de Administração e não rompeu com a gestão de Landim. No entanto, divergências entre as partes já eram vistas nos corredores da Gávea há meses.

O vínculo foi tenso, e os relatórios internos são de que Bap já estava longe das decisões do futebol, pois o gerente discordou de algumas decisões do departamento. Até agora, Bap e Dekko não comentaram a saída, enquanto Palmer justificou a decisão “por entender que seu desempenho não estava mais contribuindo”.

A saída de três dos cinco nomes do Conselho evidencia as diferenças políticas no que diz respeito à pasta do futebol. Landim se vê cada vez mais pressionado e isolado na tomada de decisões. O presidente chegou a perder o apoio do grupo FlaFut no último mês.

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