Câmara de Viana repudia incêndio em obra de abrigo de animais contestada pela população

A Câmara Municipal de Viana do Castelo tornou público, este sábado, o seu repúdio ao incêndio ocorrido na obra do futuro canil daquele município.

A infraestrutura, denominada Centro de Acolhimento e Bem Estar Animal de Viana do Castelo, está a ser construída na União das Freguesias de Cardielos e Serreleis, e que foi atingida por um incêndio, tem sido contestada pela população.

Já foi intentada uma ação no Tribunal Administrativo de Braga pelos moradores contra a construção daquele equipamento para o acolhimento de cães e gatos. Uma petição também circulou entre a população pelos mesmos motivos.

Em nota publicada na sua página de Fb, a Câmara de Viana declarou que
“repudia veementemente os atos cometidos contra o patrimônio de todos”. O Centro de Bem-Estar e Bem-Estar Animal de Viana do Castelo “é uma infraestrutura de apoio basic e este é um contratempo que, no entanto, não vai diminuir a vontade das gentes de Viana de criar condições para animais errantes”, disse.

O incêndio na obra, adjudicado por 374 mil euros, terá, segundo declarações do autarca Luís Nobre à agência Lusa, causado “danos superiores a 50 mil euros”.

O autarca de Viana do Castelo disse à Lusa que “as informações que recolheu junto do comandante dos Bombeiros Sapadores e do empreiteiro responsável pela obra apontam para a inexistência de qualquer fonte externa de calor que possa provocar o incêndio”.

“Vamos aguardar a conclusão da investigação. Se apontar para incêndio criminoso, vamos apresentar queixa ao Ministério Público para que sejam encontrados os autores materiais deste incêndio”, garantiu Luís Nobre, considerando que “as pessoas escolheram o pior maneira de expressar sua posição. a maneira de superar sua oposição ao equipamento, destruindo o patrimônio de todos”.

Em janeiro, durante uma reunião da Câmara Municipal, Luís Nobre informou o executivo municipal da existência de uma petição que, localmente, contesta a construção do equipamento em Cardielos, mas garantiu que “o projeto cumpre a lei”.

E disse que “não se apercebeu da dificuldade de aceitação do native, quando foi feita a escolha do terreno, com o acompanhamento da Junta de Freguesia, com todo o cuidado para garantir o distanciamento dos aglomerados populacionais e torná-lo o menos o mais conflitante possível”.

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