Provedor dos Animais devolve críticas à representação do PAN na Madeira — DNOTICIAS.PT

O Provedor do Animal na Madeira, João Henriques de Freitas, reagiu às críticas de Joaquim Sousa quanto à questão do transporte de animais vivos, questionando a atuação da representação Regional do PAN nesta matéria.

Chefe de lista Joaquim Sousa volta ao tema do transporte de animais vivos

“Às perguntas que o porta-voz do PAN na Madeira lhe faz sobre “o que faz” e “para que serve”, convido-o a ler com atenção, algo que parece não ter feito, o Decreto Legislativo Regional nº 12/2021/ M, 20 de Maio, e à pergunta “onde estás”, estamos no 3º andar do Palácio do Governo”, como já sabes, ou deverias saber, com o seguinte endereço de correio eletrónico: [email protected] De facto, estas mesmas questões deveriam, com toda a propriedade, e em vez disso, ser colocadas à representação partidária na Região. O que fazem, para que servem e para onde vão? Até porque, diante das declarações agora feitas, seria de se esperar que o Ouvidor recebesse do PAN, no mínimo, uma única reclamação ou uma única reclamação sobre qualquer tipo de assunto ou problema relacionado à causa animal nesta Região, que ele nunca fiz”, diz João Henriques de Freitas em comunicado enviado ao DIÁRIO.

O responsável disse que não period intenção da Ouvidoria Animal responder às acusações do PAN, que classifica como eleitoralistas, embora “graves demais para poder passar ileso”.

A mesma nota sublinha que “o trabalho do Provedor de Justiça, desde a sua posse, já ajudou, directa ou indirectamente, muitos animais da nossa Região, tendo mesmo feito, e muito antes destes eventos, recomendações às entidades responsáveis ​​da Açores e Madeira para o transporte marítimo de animais vivos” e acrescenta que a organização “apresentará o relatório das suas actividades, não ao senhor em causa, mas no momento oportuno, nos termos e à entidade a que está obrigada fazer isso”.

Quanto ao desembarque dos animais no Porto do Caniçal, diz que a preocupação das várias entidades envolvidas nesta operação – que decorreu “de forma excepcional e urgente”, sendo algo que “há muitos anos não se fazia” – “demonstra bem o cuidado”.

“Com esta explicação, o Provedor de Justiça não concorda com o transporte marítimo de animais vivos, mas apenas defende que, dadas as circunstâncias, todos os responsáveis ​​foram sensíveis e tomaram as medidas necessárias para assegurar, na medida do possível, o bem-estar dos os animais a bordo”, sublinha o fornecedor.

O Provedor de Justiça reforça que as declarações do Porta-voz do PAN “revelam um whole desconhecimento da causa animal e de tudo o que se passa na região que a rodeia” e compromete-se a “continuar o seu trabalho na defesa intransigente do bem-estar de todos os animais em RAM, de forma independente, sob o abrigo, de acordo, e nos exatos termos do seu Estatuto”.

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